sábado, 28 de março de 2015

TÓQUIO - TSUKIJI FISH MARKET, MINATO E SHINJUKU


À semelhança do dia anterior, voltei a acordar cedo. Hoje o objectivo é visitar o famoso mercado de peixe de Tsukiji.
Quando deixei o hotel por volta das sete da manhã a desilusão não podia ser maior, o frio continuava e para piorar as coisas, chovia bastante!
Passei numa das muitas lojas de conveniência que existem por toda a cidade para comprar um pacote de bolachas e aproveitei para tomar o pequeno almoço.
Depois de comer uma sandwish e beber um café, segui em direção à estação de metro de Akihabara.

sábado, 21 de março de 2015

TÓQUIO - UENO, ASAKUSA E SUMIDA


Muito por causa do maldito jet-lag acordei bastante cedo. Com mil cuidados vesti-me silenciosamente para não acordar os meus "vizinhos" que ainda dormiam nas  cápsulas contíguas. 
O dia tinha amanhecido cinzento. O sol aparecia de vez em quando para dizer um tímido olá, mas sem nunca conseguir fazer subir a temperatura. A verdade é que estava frio e acabei por ser obrigado e vestir um agasalho extra e a meter um gorro na cabeça.
Hoje seria o meu primeiro dia a sério em Tóquio e o objectivo que tinha lançado a mim mesmo seria o de percorrer a pé e conhecer tanto quanto possível a área situada a norte do local onde estava instalado.

terça-feira, 17 de março de 2015

TÓQUIO - PALACIO IMPERIAL E AKIHABARA

   

Esta e as próximas crónicas sobre o Japão serão escritas na primeira pessoa.
Depois de doze anos a viajar em conjunto esta foi a primeira vez que parti sem a minha companheira habitual.
Posso dizer que inicialmente foi estranho programar e organizar uma aventura no singular, mas vendo bem as coisas este impedimento acabou por se transformar numa oportunidade única. A verdade é que sempre tive vontade de me lançar sozinho numa aventura e o Japão afigurava-se como o país perfeito para o fazer.

domingo, 1 de março de 2015

TEMPLOS DE ANGKOR (CAMBOJA) - VISITAR UM LOCAL MÁGICO

Visitar os Templos de Angkor Wat

Provavelmente esta crónica é, de entre todas as que tenho publicado, aquela que escrevo com mais entusiasmo.
Falar sobre Angkor é quase como escrever sobre algo mágico. Este é daqueles locais que na nossa opinião todas as pessoas deveriam ter a oportunidade de visitar pelo menos uma vez na vida, e nós, que já lá estivemos duas vezes, temos a certeza que iremos regressar no futuro.
Posso tentar explicar de mil e uma formas o que senti durante as minhas visitas a Angkor, mas nunca conseguirei descrever com exatidão a emoção que de mim se apoderou quando caminhei por entre as ruínas daqueles templos que outrora fizeram parte da gigantesca antiga capital Khmer.