segunda-feira, 7 de novembro de 2016

.TEMPLOS DE PRAMBANAN - YOGYAKARTA, INDONÉSIA


Agora sim,estamos finalmente na Indonésia. Que tenha inicio mais uma aventura!
Ás primeiras horas da manhã aterramos no Aeroporto de Yogyakata.
De mochila ás costas saímos para o exterior do pequeno terminal onde o calor abrasador nos deixa meio combalidos. Em poucos minutos começamos a sentir o suor escorrer ao longo do corpo.
Por mais que uma vez somos abordados pelos taxistas que nos oferecem os seus serviços. Recusamos, pois o objectivo é outro. Queremos apanhar o autocarro.
Os nossos olhos buscam a paragem que não deve ficar longe.
"Lá está ela!" - Como seria de esperar os taxistas vão insistindo, sem sucesso.
Ao invés de seguir para o centro da cidade de Yogyakarta, decidimos seguir de imediato até aos Templos de Prambanan e, segundo parece, é o Bus 1A que temos de apanhar. 
Depois de confirmada a informação metemo-nos na fila que vai crescendo a olhos vistos. Contudo não esperamos muito.
O autocarro chega e apesar da enorme concentração de pessoas talvez só meia dúzia de pessoas entram connosco. Pagamos 3000 IDR cada um, para realizar aquele trajeto que demora mais ou menos uma hora.



A derradeira parte do percurso é feita a pé e a placa com a indicação "Candi Prambanan" mostra-nos que estamos a chegar. 
Contra todas as expectativas não há muita gente. Talvez por ser época baixa.  
Compramos os bilhetes e conseguimos que uma simpática senhora nos guardasse as mochilas.
Com um calor quase insuportável lançamo-nos à descoberta daquele que é o maior complexo de templos de origem Hindu existente na Ilha de Java.





As imponentes torres trabalhadas situadas na área mais central, servem-nos de ponto de referência e é para lá que caminhamos. Os vários montes de pedras com que nos vamos cruzando ao longo deste curto trajecto mostram-nos que em tempos algo mais extenso ocupou estes terrenos.
Os templos que hoje temos à nossa volta, foram aqui erguidos no século X em honra de Shiva, Visnú e Brahma, provavelmente na esperança de que estes três importantes deuses hindus pudessem proteger os habitantes. Contudo a força da natureza não pode ser controlada e ao longo dos anos o espaço foi sendo destruído ora pelas erupções dos vulcões vizinhos, ora devido aos terramotos que se fazem sentir com alguma regularidade nesta zona do globo. 


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Já há um bocado que o sol se escondeu mas o calor continua a não dar tréguas. Nas calmas vamos visitando aquelas impressionantes estruturas compostas por enormes blocos de pedra vulcânica e a tranquilidade daquele passeio vai somente sendo quebrada quando por diversas vezes somos interpelados por grupos de jovens que nos pedem para tirar fotos com eles. Não falam Inglês e a frase que mais ouvimos naquela manhã é algo do gênero: "Photo with you?". De forma simpática vamos acedendo aos pedidos uma e outra vez. No nosso primeiro dia na Indonésia sentido-nos importantes!


No extremo norte do complexo existem vários templos Budistas que nos mostram de forma clara, a diversidade cultural e religiosa que existiam nesta área.  
Quase três horas depois de aqui termos chegado, está na altura de nos despedirmos deste local fantástico. Fazemos o caminho no sentido inverso até ás bilheteiras onde recuperamos as mochilas, e quando nos preparamos para abandonar o parque somos de novo requisitados para mais uma foto, desta vez por uma simpática família.


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O trajecto é feito no mesmo Autocarro 1A, mas agora no sentido contrário com Yogyakarta no horizonte.

Almoçamos e o resto da tarde é aproveitada para repor as horas de sono em falta.

Que dia fantástico e ainda é só o primeiro! Esta viagem promete....

Amanhã antes de seguir viagem vamos visitar Borobudur.



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